O ensino da História da Matemática como instrumento de estímulo ao estudo da disciplina.

O ENSINO DA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO INSTRUMENTO DE ESTÍMULO AO ESTUDO DA DISCIPLINA

O ensino da história da matemática, na educação básica, pode contribuir no sentido em que possibilita a contextualização da disciplina em termos práticos. Através de exemplos de vida os alunos podem compreender melhor a aplicabilidade das fórmulas e cálculos matemáticos – que sem isso poderiam parecer difíceis e inúteis.

Segundo D’Ambrosio (1999, P.97)“As idéias matemáticas comparecem em toda a evolução da humanidade, definindo estratégias de ação para lidar com o ambiente, criando e desenhando instrumentos para esse fim, e buscando explicações sobre os fatos e fenômenos da natureza e para a própria existência. Em todos os momentos da história e em todas as civilizações, as idéias matemáticas estão presentes em todas as formas de fazer e de saber.”

Através do estudo da história da matemática os alunos podem acompanhar a evolução da disciplina ao longo do tempo e das civilizações. Contextualizando assim o estudo da matemática e tornando esse estudo mais próximo das outras disciplinas. Segundo D’Ambrosio (1999, P. 97) “Acredito que um dos maiores erros que se pratica em educação, em particular na Educação Matemática, é desvincular a Matemática das outras atividades humanas.”

É interessante e estimulante, por exemplo, saber como foi à evolução na resolução de problemas matemáticos e a consequente criação e evolução das fórmulas matemáticas. O estudo e a contextualização da história da matemática acaba por trazer a tona a humanidade da disciplina. Quem foram as pessoas que contribuíram para a resolução deste ou daquele problema, e quais foram as situações reais e práticas que levaram a este estudo. De acordo com os DCE (2006, P.24) :

O ensino da matemática trata a construção do conhecimento matemático sob uma visão histórica, de modo que os conceitos são apresentados, discutidos, construídos e reconstruídos e também influenciam na formação do pensamento humano e na produção de sua existência por meio das ideias e tecnologias.

Um possível entrave ao ensino da história da matemática na educação básica se da pela falta desta disciplina em alguns currículos de licenciatura. Os professores devem complementar os estudos através de pesquisas e cursos, o que na realidade – muitas vezes – não ocorre, deixando uma lacuna na formação desses profissionais.

Chegamos a conclusão de que o estudo da história da matemática deve permear por toda grade curricular da disciplina, desde o ensino básico até o superior.

Um pouco de comunicação empresarial.

Em primeiro lugar, vale lembrar que “comunicação” é bem diferente de “informação”… Enquanto no processo de comunicação existe o feedback, e de alguma forma o diálogo, a informação pressupõe a unilateralidade por parte de quem informa… O receptor, nesse caso, deve simplesmente ser informado, sem a chance de elogiar, criticar ou interagir de alguma forma… E nesse ponto, vale também lembrar: Na hierarquia das informações, as críticas são infinitamente mais valiosas que os elogios…

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Promoção de vendas: Tipos, definições, diferenças.

 

Promoção de vendas.

 

Podemos definir “promoção de vendas” como: Uma ação de comunicação e marketing que tem como objetivo vender mais, através de incentivos e benefícios adicionais e por um período de tempo determinado.

 

Quanto a sua implementação, a promoção de vendas pode ter como alvo a equipe interna, o trade (intermediários) ou o consumidor final. Mas sempre teremos como objetivo final o aumento das vendas. Todas as promoções são por tempo limitado, caso contrário passam a fazer parte do preço, da linha de produtos, da remuneração dos vendedores etc.    

    

As promoções de venda no varejo.

 

As promoções de venda implementadas no varejo têm grande importância, uma vez que cerca de 80% das decisões de compra são decididas na área de venda. Juntamente com o merchandising e os fatores de ambiência pode fazer toda a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma organização.     

 

O objetivo da promoção de venda pode ser o de aumento do ticket médio ou do ticket count. Enquanto o ticket médio é representado pela média do valor pago pelos clientes no caixa, o ticket count é a representação do total de transações efetuadas no caixa. Assim, por exemplo, uma determinada loja pode vender pouco para muitos clientes, nesse caso, a promoção de vendas deve ter como objetivo o aumento do ticket médio. Em outro exemplo, uma loja pode vender muito, para poucos clientes… Nesse caso o objetivo deve ser o aumento do ticket count.

 

Enquanto as promoções para aumento do ticket médio podem ser implementadas e divulgadas somente na área de vendas, as ações com objetivo de aumento do ticket count devem contar com algum tipo de publicidade (externa) para que se possam alcançar os efeitos desejados.

 

 

A diferença entre: Promoção institucional e promoção de vendas.

 

Enquanto a comunicação institucional visa o fortalecimento da marca a médio e longo prazo, tem como objetivo criar uma capa protetora contra períodos de crise e dificilmente poderemos mesurar o seu retorno, a comunicação mercadológica (incluímos ai a promoção de vendas) tem como objetivo o aumento das vendas em curto prazo (efeito bicicleta), pode e deve ter seu retorno totalmente mensurado e se pensarmos em termos de fortalecimento de marca, seu efeito pode ser tanto positivo quanto negativo.  

 

 

Alguns exemplos de promoção de vendas.

 

– Premiação de vendedores por aumento de valor vendido ou número de clientes atendidos.

 

– Criação de kits e pacotes promocionais (leve três, pague dois etc).

 

– Cupons de desconto e sorteios. 

 

– Desconto para: estudantes, terceira idade ou para consumo em determinada hora, dia ou período (equilíbrio da demanda), entre outros…                  

Técnicas de vendas e negociação.

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Técnicas de vendas e negociação:

 

O profissional de vendas. 

Todos vendem e negociam o tempo todo, mesmo que não saibam disso. O viver em sociedade obriga o cidadão a uma eterna negociação. Vendemos nossa imagem, nossos pontos de vista; negociamos o relacionamento com nossos companheiros; vendemos nosso carro, um imóvel de família etc.

O profissional de vendas, neste cenário, poderia ser definido como aquele que possuidor de qualidades como: Facilidade de comunicação e empatia, gosto por desafios, espírito competitivo, comprometimento com objetivos, entre outros. Pode exercer essa função profissionalmente, servindo de elo entre as organizações e o mercado.

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Neurolinguística.

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Neurolingüística:

 

Técnicas avançadas de venda, aplicando o estudo da neurolingüística na prática das vendas diretas.

Como vender mais e melhor a partir da percepção dos canais sensoriais do cliente.

Como sabemos, todo atendimento em vendas diretas deve ser customizado. Para otimizar ainda mais os resultados, devemos criar uma sintonia durante este atendimento, levando em conta o canal sensorial mais utilizado pelo cliente. Para criar empatia e facilitar o contato devemos pautar toda a argumentação e movimentos de venda com este canal. Desta forma, estaremos utilizando o canal de maior representação e mais fácil captação para o cérebro do cliente.

São três os canais sensoriais, que captam estímulos externos e os registram no
Cérebro. Os três canais são: o visual, o auditivo e o cinestésico.

 

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A história da propaganda.

 

A história da propaganda:

Os principais fatos históricos e avanços no campo da propaganda sempre estiveram ligados de uma forma ou outra à Igreja ou as guerras…

 

Da antigüidade a revolução industrial.

Apesar de existirem relatos da utilização da propaganda no antigo estado Romano e até por ser uma expressão natural de um ser pensante e social, e que por tanto acompanhou a nossa raça em sua trajetória desde o inicio das formações dos primeiros agrupamentos humanos. Foi na Igreja Católica do século XVII que o termo “propaganda” foi utilizado pela primeira vez. Isto aconteceu quando o papa Gregório XV criou a Sagrada Congregação Católica Romana para a Propagação da Fé ou “sacra congregatio christiano nomini propaganda”.

Durante este período a igreja católica concentrava grande poder e a propaganda foi utilizada como ferramenta de propagação e manutenção da fé além de ser utilizada para conversão de povos pagãos. O entendimento que temos hoje sobre propaganda como sinônimo de semear e incutir idéias e ideais, vem deste período.

Com a reforma protestante, o surgimento da imprensa, das classes mercantis e mais tarde com a revolução industrial. A igreja passa a não ser mais a única a propagar idéias. As organizações não católicas começam a utilizar a propaganda como ferramenta de difusão de suas doutrinas e ideais.

A Primeira Guerra Mundial.

Foi a partir da Primeira Guerra Mundial que começamos a observar a propaganda sendo utilizada de forma mais ampla como uma ferramenta de guerra. O jornalista “Walter Lippman” e o psicólogo “Edward Bernays” foram contratados pelo governo Norte Americano para “trabalhar” a opinião pública de seu país. Os Americanos deveriam querer, desejar a entrada de seu país na guerra, ao lado de Inglaterra e contra a Alemanha.

O trabalho desenvolvido pelos dois foi um sucesso, atingiu plenamente os objetivos, foi criado em apenas seis meses um imenso repúdio ao povo alemão. Vendo o potencial da propaganda de massa em influenciar e controlar a opinião pública. “Edward Bernays” deu maior ênfase aos estudos da ciência e desenvolveu conceitos como: “mente coletiva” e “consenso fabricado”, conceitos estes que se tornaram importantes na criação e prática da propaganda de massa a partir de então.

A Segunda Grande Guerra.

 

 Durante a Segunda Guerra Mundial os conceitos de propaganda obtiveram grande avanço. Tanto por parte do ministério da propaganda Nazista (Ministério da Conscientização Pública e Propaganda) que tinha como primeiro ministro “Paul Joseph Goebbels”. Como pelo Comitê de Guerra Político-Executivo inglês que fez um ótimo trabalho.

Nos Estados Unidos à propaganda ficou por conta do Departamento de Informações de Guerra, criado como meio de divulgação dos esforços de guerra e órgão de censura as informações. De todos os lados havia forte censura e até as correspondências particulares eram vasculhadas.

Tanto os Ingleses quanto Norte Americanos, veiculavam propaganda preconceituosa visando instigar os soldados contra o inimigo. Certas peças de comunicação, por exemplo, retratavam os soldados japoneses e Alemães como pessoas sádicas, desprovidas de emoções e até estupradores. Este tipo de propaganda difundida sistematicamente para as forças aliadas, pode ser chamada de princípio da desumanização do inimigo. A propagação da idéia do inimigo não humano, incentiva o ódio e elimina responsabilidades, estimulando em conseqüência a prática de atrocidades.

No lado Alemão, mesmo antes da guerra com a tomada do poder pelo partido Nazista, houve forte censura aos meios de comunicação e artistas. As peças de propaganda, geralmente veiculadas em orquestração para melhorar sua efetividade, falavam sobre a superioridade racial Ariana e de todos os problemas causados para economia Alemã e mundial pelos povos judeus. Os judeus eram responsabilizados pela derrota na primeira guerra e descritos como usurpadores, racistas e estupradores.

Durante a guerra à propaganda alemã enfatizava o progresso das tropas no front e a superioridade de seus soldados, destacando a humanidade com que eram tratados os povos conquistados. E assim como os aliados, tentavam criar a idéia do inimigo desumano, os ingleses eram descritos como monstros, covardes e assassinos e Norte Americanos como bandidos de filme de “bang-bang”. Internacionalmente a propaganda Alemã sempre tentou afastar e colocar os aliados uns contra os outros, e principalmente tentava colocar o mundo contra os soviéticos.

No final da guerra e com o comando Alemão praticamente sem esperanças, as peças de comunicação começaram a ter como tema armas milagrosas que poderiam destruir o inimigo de uma só vez, um belo exemplo são os foguetes V1 e V2, chamados armas da vingança. Tentavam com este movimento levantar o moral de suas tropas ao mesmo tempo em que colocavam o medo dentro das linhas inimigas.

 

 

São atribuídas ao então ministro da propaganda “Paul Joseph Goebbels” frases como: “Para convencer o povo a entrar na guerra, basta fazê-lo acreditar que está sendo atacado…” “Se uma mentira se repete suficientemente, acaba por converter-se em verdade…” “Toda propaganda deve ser popular, adaptando seu nível ao menos inteligente dos indivíduos.” “Quanto maior seja a massa a se convencer, menor há de ser esforço mental a realizar.” “A capacidade receptiva das massas é limitada e sua compreensão escassa…” “As massas tem grande capacidade para esquecer…”

Uma das mais fortes armas da propaganda Nazista era a orquestração: As peças deveriam ser veiculadas ordenadamente em vários meios de comunicação, atingindo intensivamente o target com a mesma mensagem, varias vezes ao dia. A mensagem poderia sofrer alguma transformação, mas seu conteúdo deveria ser o mesmo. O cidadão deveria ser atingido pela mensagem de todos os lados, varias vezes ao dia.

Ainda é atribuído a Goebbels uma peça de comunicação veiculada logo após o suicídio do Führer, na qual era narrada a morte heróica de Hitler a frente de uma de suas derradeiras tropas e em defesa de sua nação. Logo depois, Goebbels comete suicídio juntamente com sua esposa e filhos.

 

 Propaganda na Guerra Fria.

Durante a Guerra Fria a propaganda foi utilizada largamente pelos dois regimes a idéia era projetar ao mundo a superioridade das propostas sociais dos regimes, ao mesmo tempo em que incutia a idéia de medo pelo regime oposto. Era normal em filmes Norte Americanos vermos o homem Soviético retratado de forma estereotipada como frio, forte e desumano, enquanto Americanos lutavam como heróis e venciam a batalha final, sempre com a imagem da bandeira nacional ao fundo.

Os Estados Unidos exaltavam seu estilo de vida livre. A idéia a ser propagada era: Norte-americanos são os representantes do bem e da liberdade lutando pelo mundo contra o mal e a opressão, representados pela URSS. A propaganda de governo Soviético por sua vez ressaltou a superioridade do seu regime frente ao imperialismo capitalista, com discurso sempre otimista com temas como: Sucesso nacional e produtividade.

A importância da propaganda já era exaltada por Lênin. As grandes construções e esculturas reforçavam a idéia da autoridade do estado e sucesso do regime. Havia forte censura em toda mídia. Filtravam-se notícias internacionais, chegando até a introduzir falsas noticias em seus noticiários.

 

Nas Américas, a Rádio Habana Cuba, por sua vez difundia a propaganda recebida da Rádio Moscou. A guerra do Vietnã foi um “prato feito” para campanhas anti-Americanas, dentro e fora de seu pais.

 

Atualmente.

Como já foi dito, os principais fatos históricos da propaganda sempre estiveram ligados à igreja ou as guerras. A Igreja Católica como precursora da propaganda continua a arrebanhar fieis com suas ferramentas. Reformulando e adequando sua linguagem e posicionamento através dos tempos.

No Brasil vemos Igrejas Evangélicas utilizando constante e sistematicamente a propaganda como forma de arrebanhar novos fieis. Algumas igrejas utilizam o “boca a boca” e outras lançam mão da propaganda de massa, veiculando programações inteiras na televisão. Existem princípios como o de células “G12”, onde a doutrina é propagada para pequenos grupos de 12 pessoas ligadas a um líder, posteriormente estas formarão novas células como líderes, arrebanhando mais e mais seguidores.

Propaganda subliminar.

Propaganda subliminar.

A mensagem subliminar pode ser definida como: “Uma mensagem que não pode ser percebida diretamente pelos sentidos, mas que mesmo assim é absorvida pelo cérebro”. O grau de absorção e influência dos subliminares normalmente não pode ser medido. Existe muito alarde em torno do assunto e poucas provas quanto a real influência de uma exposição subliminar. Este tipo de estímulo é recebido, mas não reportado. Isso significa que são capazes de provocar alguma resposta, mesmo não sendo percebidos diretamente pelo receptor.

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Comportamento do consumidor.

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Comportamento do consumidor.

Diferentes fatores determinam o comportamento do consumidor na escolha ou adoção de determinado produto ou serviço… Esses fatores podem ser de ordem social, econômica, psicológica ou cultural. Se considerarmos somente o fator “preço” como determinante no processo de escolha do consumidor estaremos errados… Aliás, o próprio fator “preço” pode ser tomado de diversas maneiras. Podemos ter compras geradas por altos preços (busca de posição social e conforto) ou por preços baixos (economia e vantagem)…

A pergunta que deve ser feita é: Quais são os principais fatores psicológicos que levam o meu target (público alvo) a consumir meus produtos?

Ao sabermos a resposta dessa pergunta, todo o esforço de comunicação é otimizado. Se conheço o alvo e a necessidade (desejo) que deve ser estimulado, posso “dizer” muito mais a um custo muito menor.

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As cores e seus efeitos.

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As cores:

O que percebemos e entendemos como cor é a impressão variável dos raios luminosos nos órgãos visuais; O que determina a percepção de cor que cada indivíduo tem é a presença de fotopigmentos no olho, esses se sensibilizam de forma distinta diante de diferentes comprimentos de onda que cada nuance de cor apresenta, as diversas espécies de seres vivos percebem as cores de maneira diferente, nos seres humanos por exemplo, a mulher costuma perceber uma maior nuance de cores do que os homens.

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